| FOPCast: Proseando sobre Odontologia e Educação em saúde |
Camila Batista da Silva de Araujo Candido
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FOP
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Trata-se de um podcast, um tipo de mídia digital composto por episódios de áudio e/ou vídeo centrados em um tema específico. Na educação, diversos projetos adotam essa ferramenta para disseminar conhecimento de maneira acessível e envolvente, proporcionando a estudantes, profissionais e educadores a oportunidade de acessar informações valiosas a qualquer momento e em qualquer lugar. O objetivo é criar um podcast institucional para divulgar conhecimento científico, projetos de extensão e temas relevantes nas áreas de saúde, educação e sociedade, aproximando a FOP da comunidade. Para isso, serão gravados programas quinzenais baseados em entrevistas, com foco na disseminação de informações. Haverá um anfitrião responsável por conduzir o programa e dialogar com um convidado especialista sobre temas de interesse. Os assuntos abordados estarão alinhados às necessidades, desejos e preocupações do público. Os programas serão gravados e disponibilizados no YouTube e no Spotify, caracterizando-se também como um videocast. Com esse projeto, espera-se aumentar a visibilidade dos projetos e iniciativas da FOP, contribuir para a popularização do conhecimento científico, ampliar o impacto social da universidade por meio de conteúdos acessíveis e de qualidade e criar um legado de material educativo para as futuras gerações.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Formação continuada para a universalização do saneamento: O que podemos aprender com os operadores |
Luana Mattos de Oliveira Cruz
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FECFAU
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O projeto de extensão surge no contexto de problemas vistos em todo mundo, inclusive no Brasil, pela falta ou ineficiência de tratamento de esgoto e recuperação de recursos. Como consequência, surgem a eutrofização de corpos d'água, a perda da biodiversidade aquática, problemas estéticos e recreativos, aumento nos custos de tratamento de água, perda de valor
comercial da área afetada e problemas de toxicidade. Embora, durante os últimos anos, as ETE passaram do conceito de
“tratamento de resíduos”, destinado a descartar águas residuais tratadas em águas superficiais, ao conceito de biorefinaria, no Brasil e em países em desenvolvimento, essa prática ainda está em ascensão e, portanto, há relevância de estudos e cursos de formação que envolvam tecnologias e processos os quais removam para além de matéria orgânica e recuperem os
subprodutos. O aperfeiçoamento na área de recuperação de recursos também é inibido pela falta de confiança em inovar de operadores e projetistas de ETE. Portanto, é imprescindível a atuação destes sujeitos para o processo de inovação de modo que eles também possam ser responsáveis pela melhoria dos sistemas e tecnologias das ETE. Com isso, o objetivo desta proposta é dialogar com setores e atores chaves da área de saneamento, em especial operadores de ETE, de maneira e encontrar lacunas do conhecimento e/ou dificuldades cotidianas que possam ser abrangidas em um curso de formação e incorporadas nos projetos e pesquisas. Portanto, os agentes acadêmicos (docentes, discentes) compreenderão melhor as demandas desta comunidade e direcionarão seus projetos e pesquisas para fomentar a melhoria do saneamento, em especial em relação ao tratamento de águas residuais e a recuperação de recursos. Por outro lado, a comunidade externa (operadores de ETE) participará
de cursos de formação voltados à suas dificuldades específicas as quais foram previamente descritas através de questionários e entrevistas com os docentes e discentes atuantes no projeto. Deste modo, pretende-se fomentar a confiança dos operadores para serem os protagonistas nos processos mais decisivos das manutenções e operações das plantas.
De modo amplo, este projeto de extensão visa também a melhoria do setor de saneamento e a contribuição com a sua universalização. Com o empoderamento da comunidade de operadores de ETE, será possível inovar e melhorar o desempenho dos sistemas de modo que as águas residuais tenham tratamentos melhores e mais eficientes e que o processo de recuperação de recursos seja mais orgânico nas operações.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Formação de bacia sedimentar: A bacia de Taubaté vista do Pico Itupeva |
TICIANO JOSE SARAIVA DOS SANTOS
Wagner da Silva Amaral
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IG
IG
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Por volta de 130 milhões de anos atrás, iniciou-se a separação Brasil - África com a formação da bacia oceânica do Atlântico sul. A continuidade desse processo até os dias atuais, gerou diferentes cenários geológicos no interior dos dois continentes, de vulcões (a exemplo de Poços de Caldas) , soerguimento de terrenos com a formação de montanhas (serras do Mar e Mantiqueira) e grandes depressões alongadas paralelas a costa. Nessa última feição se insere a bacia de Taubaté, uma estrutura alongada presente no vale do Paraíba e que engloba cidades como Jacareí, São José dos Campos, Taubaté, Aparecida, Pindamonhangaba, Guaratinguetá, dentre outras. Na Serra da Mantiqueira, próximo a Campos do Jordão tem-se o Pico Itupeva, um lugar com grande visitação nos fins de semana. O ponto central do projeto é mostrar para o público em geral a evolução da paisagem, com os processos de abertura do Atlântico, soerguimentos das serras do Mar-Mantiqueira e deposição dos sedimentos da bacia de Taubaté.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Frugal Makers: Inovação Colaborativa para o Desenvolvimento Sustentável |
Robert Eduardo Cooper Ordonez
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FEM
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O contexto do projeto é o desenvolvimento de soluções em Inovação Frugal em espaços maker, uma metodologia que visa a simplicidade, baixo custo e sustentabilidade como resposta à escassez de recursos e às necessidades de mercados negligenciados. A relevância e justificativa centram-se na promoção de uma cultura de inovação orientada a impacto social e econômico, garantindo a interação transformadora entre Universidade e Sociedade, conforme o conceito de Extensão Universitária, e conectando cada solução a pelo menos um ODS da ONU.
A metodologia segue o Guia Procedimental para o Desenvolvimento de Produtos Frugais em Espaço Maker, um modelo estruturado e acessível. O macrofluxo é dividido em três fases: Validação da Ideia (incluindo busca de precedentes e alinhamento aos ODS), Projeto Informacional (focando em requisitos frugais e especificações-meta), e Projeto Conceitual (seleção e validação preliminar do conceito). O processo é marcado pela prototipagem rápida e iterativa.
Os resultados esperados são a entrega de protótipos funcionais validados com requisitos mínimos e custo-alvo definidos. Além disso, espera-se a consolidação de documentação aberta (Lista de materiais, arquivos CAD/CAM) que permite a replicação e escalabilidade das soluções, fortalecendo as capacidades locais de inovação e o impacto social.
Oferecimentos
De 23/02/2026
à 30/06/2026
De 23/03/2026
à 30/06/2026
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Geociências para Assentamentos Rurais |
ANA ELISA SILVA DE ABREU
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IG
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Esta ação visa tornar a comunidade ciente da importância do perfil construtivo de um poço tubular profundo para a garantia da qualidade da água de abastecimento e de irrigação do assentamento. A ação envolverá vistoria aos poços existentes, consulta ao cadastro de poços outorgados, avaliação dos resultados de análises químicas de águas obtidos na ação de extensão da disciplina GE117 - Geoquímica Analítica em ano anterior e apresentação à comunidade destas informações. Também serão dadas orientações sobre como deve ser realizada a manutenção de poços tubulares profundos e de nascentes onde se realiza a captação de água no assentamento. Em 2026 esta ação será realizada no assentamento Milton Santos, em Americana - SP
Oferecimentos
De 03/08/2026
à 04/12/2026
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| GIRASSOL: cuidados paliativos como direito de todos e não privilégio. |
Thalyta Cristina Mansano Schlosser
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FENF
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O girassol representa o símbolo do dia Mundial dos Cuidados Paliativos. Atualmente a maior parte das pessoas não morre por acidente ou outras mortes repentinas, mas sim por adoecimento e declínio gradual.
Objetivo Geral
Oferecer ações de extensão sobre os cuidados paliativos à alunos, profissionais
e familiares .
Objetivos Específicos
• Possibilitar um lugar para falar abertamente sobre a espiritualidade e finitude
preparando-se para os últimos socorros na finitude.
• Permitir aos líderes locais o empoderamento popular por meio da comunidade .
• Oferecer informações sobre o processo de morrer.
• Apresentar conhecimento básico sobre algumas técnicas para o alívio de
sofrimento no final da vida.
• Oferecer vídeos educativos sobre a morte nas diferentes etnias indígenas.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Grupo de atenção à primeiríssima infância: extensão e assistência fonoaudiológica |
Renata Chrystina Bianchi de Barros
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FCM
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O projeto de extensão “Grupo de Apoio à Primeiríssima Infância” visa promover ações interdisciplinares de cuidado, atenção, prevenção e promoção à saúde de crianças de 0 a 4 anos em espaços de saúde em território de vulnerabilidade social, e que apresentam atraso no desenvolvimento de fala e de linguagem. A proposta envolve atividades lúdicas, oficinas com familiares e formação continuada com profissionais de saúde pautadas em fundamentos da fonoaudiologia. A partir da articulação entre universidade e comunidade, o projeto busca fortalecer vínculos, favorecer o desenvolvimento integral das crianças e contribuir com a formação cidadã de estudantes extensionistas. Com foco nos determinantes sociais da saúde e na escuta sensível, pretende-se ampliar a rede de apoio à primeira infância, fomentar práticas humanizadas e colaborativas e promover transformações sociais no contexto de saúde e comunitário.
Oferecimentos
De 10/08/2026
à 07/12/2026
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Grupo de Mercado Financeiro da Unicamp |
Rodrigo Lanna Franco da Silveira
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IE
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O Grupo de Mercado Financeiro da Unicamp consiste em um programa extracurricular, iniciado, em 2012, por alunos da economia e engenharia. Possui sede no Instituto de Economia da Unicamp e conta com a tutoria do professor Rodrigo Lanna. A equipe é formada por integrantes de várias unidades da universidade, sendo, portanto, um grupo multidisciplinar. Atualmente, os membros são discentes dos cursos de engenharia civil, engenharia mecânica, engenharia elétrica, engenharia de alimentos, engenharia agrícola, estatística e economia.
O principal objetivo do GMF é atuar como ponte entre a Unicamp e o mercado financeiro, além de promover um ambiente de desenvolvimento a todas as pessoas dentro e fora da universidade por meio de nossos cursos, capacitações e eventos. Para cumprir com tal missão, a atuação envolve quatro frentes. A primeira tem base nos cursos e palestras na área de educação financeira e finanças disponibilizados aos alunos da Unicamp. Semestralmente, quatro cursos, credenciados na Extecamp, são ofertados: a) Investimentos; b) Avaliação de empresas; c) Derivativos; d) Contabilidade. A segunda frente de trabalho consiste na ministração de um curso de Finanças Pessoais para pessoas em situação de vulnerabilidade social na Comunidade Vila Prudente em São Paulo. Este projeto é realizado em parceria com a ONG Arca. A terceira ação se refere ao projeto de Mentoria Feminina - nela são realizados encontros semanais entre mulheres profissionais e discentes com objetivo de permitir que haja uma maior integração do público feminino ao mercado financeiro. Por fim, em uma quarta frente de ação, realizada anualmente há sete anos, refere-se à Semana de Mercado Financeiro (SEMEF). Nela, personalidades renomadas do mundo das corporações participam, em que expõem diferentes tópicos do mundo das finanças, permitindo uma maior conexão dos alunos com profissionais da área.
Oferecimentos
De 04/05/2026
à 30/06/2026
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Grupo de Preparação para o Parto do Hospital Estadual Sumaré |
Clara Fróes de Oliveira Sanfelice
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FENF
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Introdução: Estudos apontam que as mulheres que frequentam grupos de preparação para o parto estão mais propensas a vivenciarem experiências de parto positivas, pois são beneficiadas com o aumento do conhecimento sobre o tema e diminuição da ansiedade e do medo. Este projeto de extensão tem como objetivo ofertar um programa de preparação para a experiência de parto, englobando aspectos fisiológicos e emocionais do processo. Métodos: Encontros semanais realizados no Hospital Estadual Sumaré (HES). As gestantes são convidadas e estimuladas a participar pelos profissionais de saúde que atendem pré-natal no município, ou por outras gestantes já participantes (indicação). Em cada encontro é abordado um tema referente às Boas Práticas de Atenção ao Parto e Nascimento, baseado nas atuais recomendações do Ministério da Saúde (MS) e Organização Mundial da Saúde (OMS), como estratégia de estímulo e preparo para o parto normal. São utilizadas diversas ferramentas lúdicas e educativas e proporcionado um espaço de intensa troca de informações e experiências entre gestantes e equipe do projeto. Também é realizada a visita no Centro Obstétrico e Alojamento Conjunto para favorecer a vinculação com o serviço, conforme preconizado pelo Ministério da Saúde, e atividades artísticas (Pintura de Barriga) para estímulo à participação das gestantes no projeto, bem como formação de vínculo. Resultados: Até o momento, 386 gestantes já passaram pelo grupo. Em média, 60 gestantes participam das reuniões por semestre. De forma empírica, percebe-se que as gestantes se sentem mais seguras e demonstram maior disposição para a vivência do parto normal após frequentarem os encontros do grupo. Além disso, as experiências de parto têm se mostrado positivas, o que pode ser observado por meio dos relatos de parto compartilhados no grupo e nas redes sociais do projeto. Uma pesquisa para verificar o impacto da participação no grupo sobre a satisfação materna e as boas práticas de atenção ao parto está em desenvolvimento, com previsão de término em 2025. Conclusão: Os encontros proporcionados pelo grupo parecem impactar positivamente nas experiências de parto das participantes e aumentar a procura pelo parto normal na instituição.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Haja: direito à cidade e à vida digna em Campinas |
Josianne Frância Cerasoli
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IFCH
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O projeto desenvolve ações em parceria com o Fundo Haja na cidade de Campinas (https://www.fundohaja.org/). O Fundo Haja é uma associação sem fins lucrativos que transforma imóveis vazios no centro da cidade em moradias acessíveis. Para isso, faz a prospecção dos imóveis, adquire, reforma e gerencia o aluguel de cada um deles para pessoas em situação socialmente vulnerável. Na seleção dos imóveis, o Haja dá especial atenção àqueles de interesse histórico e cultural no centro de Campinas, no intuito de contribuir para a valorização do patrimônio histórico e dos espaços e equipamentos disponíveis ao uso público na região central da cidade. Os imóveis são disponibilizados como locação solidária para pessoas de baixa renda.
Na concretização desse projeto, é mobilizada uma série de conhecimentos teóricos e práticos diretamente relacionados à cidade, à história, aos processos de urbanização, às condições sociais e econômicas de potenciais moradores e moradoras. Tais conhecimentos convocam diretamente os campos do conhecimento da História, especialmente a História Urbana, da Arquitetura, do Urbanismo, da Sociologia, da Antropologia, da Demografia e de outros saberes relacionados ao desenvolvimento social e aos cuidados com a saúde, estabelecendo uma extensa pauta de interações possíveis com a universidade.
A partir dessa percepção, este projeto se propõe inicialmente como uma abertura de possibilidades, tendo como primeiras ações iniciativas extensionistas voltadas para a sensibilização para questões patrimoniais e históricas da cidade, para o direito à cidade, para a formação cidadã e para a instrumentalização técnica (sobretudo ligada à história urbana e ao restauro).
Em 2024 e 2025, participaram do projeto dois docentes do IFCH: Josianne Cerasoli e Marcos Tognon, e desde o início do Fundo Haja, em 2021, também atuou o professor Wagner Romão. Foram desenvolvidas ações junto ao Grupo de Trabalho de Gestão de Pessoas (que acompanha as pessoas moradoras dos imóveis em seus desafios de inserção no centro da cidade), junto ao curso Técnico de Restauro (em parceria com a FEAC, oferecendo capacitação técnica para adolescentes em situação de vulnerabilidade), junto ao curso de Educação Patrimonial (que desenvolve uma série de jornadas denominadas "Pelas ruas da cidade" para sensibilização sobre a história urbana), junto a outras atividades culturais do Haja. A potencial interface com a formação nos cursos de graduação do IFCH e de outras unidades permite diversificar e ampliar o escopo de ações envolvidas nessa parceria a cada ano, bem como oferecer vagas para inserção curricular nos diferentes cursos.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Hemisférios |
Josué Labaki Silva
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FEM
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O Projeto Hemisférios é voltado para a interação e a expansão criativa entre as engenharias e as artes. Nesse projeto, alunos de todos os cursos da Unicamp podem se organizar em torno de trabalhos de curto, médio e longo prazos e desenvolver suas habilidades em uma infinidade de projetos multidisciplinares. O projeto busca oferecer aos alunos um contato com diversas formas de pensar e criar, negociar e liderar, ensinar e aprender. Também acredita no ensino que conecta conhecimentos, áreas de saber e extensão universitária, com a ambição de ser uma referência na preparação de engenheiros e técnicos para a crescente demanda das diversas linguagens artísticas, e uma inspiração quanto ao uso de tecnologia nas artes. O Projeto funciona como um espaço de conexão, dentro do qual grupos de alunos se organizam para resolver problemas artísticos diferentes, em torno de eixos temáticos.
O objetivo do Projeto Hemisférios é melhorar a formação de engenheiros como pessoas. Isso é motivado pelas competências defendidas pelas novas Diretrizes Curriculares Nacionais. Para tanto, o projeto promove a interação dos alunos de engenharia com alunos e profissionais das Artes, devido à sua forma radicalmente distinta de pensar e ver o mundo. Além disso, por organizar suas atividades em termos de projetos, essa ação de extensão promove o aprendizado ativo baseado em projetos.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Humanidades (Em)Cena |
Artionka Manuela Goes Capiberibe
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IFCH
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O projeto visa promover a mediação teatral entre as cidades de Capivari e Rafard, com o
objetivo de estimular a cultura e as humanidades na região através de uma peça teatral. A
iniciativa será desenvolvida em parceria com a gestora cultural da cidade de Rafard e também
coordenadora do grupo de teatro local, a Cia Ui de Teatro. A escolha do repertório inclui
obras que abordam racismo, classes sociais, religião e feminismo, com a obra "O Príncipe" de
Nicolau Maquiavel como texto central. As apresentações ocorrerão em três momentos: duas
na Casa de Tarsila do Amaral e uma no Anfiteatro da cidade, com uma equipe composta por
sete atores, um músico e um intérprete de libras, garantindo acessibilidade para todos os
presentes. O objetivo final é aumentar a participação da comunidade em atividades culturais,
utilizando o teatro como uma ferramenta de transformação social e inclusão cultural.
Buscamos fortalecer as identidades plurais das cidades e incentivar um maior investimento.
Oferecimentos
De 23/02/2026
à 01/07/2026
De 23/02/2026
à 01/07/2026
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| HZ213 - "Extensão em Humanidades III": "Cadê a Feira?" |
Artionka Manuela Goes Capiberibe
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IFCH
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O projeto de extensão Cadê a Feira? atua em Campinas (SP) e tem como objetivo aproximar consumidores e feirantes, valorizando a agricultura familiar e fomentando a economia local. Nesse sentido, sua principal ferramenta de comunicação é o Instagram, onde estudantes do IFCH (Universidade Estadual de Campinas) produzem conteúdos multimídia, como fotos, vídeos e publicações interativas para divulgar feiras, produtos e histórias dos feirantes. O projeto promove o diálogo entre universidade e comunidade, articulando comunicação digital com reflexões acadêmicas sobre consumo, memória, práticas sociais e culturais, fortalecendo a integração entre ensino, pesquisa e extensão.
Oferecimentos
De 26/02/2026
à 26/02/2027
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| HZ213 - "Extensão em Humanidades III": "FalaCine" |
Artionka Manuela Goes Capiberibe
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IFCH
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Cinema é uma arte que cristaliza as dinâmicas sociais de um povo em um tempo e
possui um papel importante na construção da identidade nacional e no imaginário cultural de
diversas sociedades. Em relação ao cinema brasileiro, apesar de sua recente ampliação no que
tange diversidade temática e financiamento, há um domínio dos filmes que são difundidos no
país por parte da indústria cinematográfica estadunidense.
Diante disso, este é um projeto de extensão desenvolvido na disciplina de Extensão em
humanidades II do curso de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Campinas
(UNICAMP) que buscou promover uma relação de reciprocidade entre a comunidade
acadêmica e a sociedade civil, incitando o questionamento aos alunos do ensino médio
público, através de debates temáticos introduzidos por meio da exposição de filmes
decoloniais que retratam a história do Brasil; a fim de estimular o senso crítico e ampliar a
percepção social acerca da produção cinematográfica brasileira.
Oferecimentos
De 27/03/2026
à 27/06/2026
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| I Jornada de História da Ásia (tema: Ventos da Ásia: estudos asiáticos no Brasil e na América Latina) |
Rozely Menezes Vigas Oliveira
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IFCH
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A I Jornada de História da Ásia (tema: Ventos da Ásia: estudos asiáticos no Brasil e na América Latina) é um projeto de extensão universitária que visa preencher uma lacuna nos currículos educacionais brasileiros, promovendo a difusão crítica e aprofundada de conhecimentos sobre o continente asiático. Reconhecendo a centralidade da Ásia na história mundial e a escassez de estudos aprofundados sobre a região no Brasil, o evento busca desconstruir visões eurocêntricas e fomentar uma compreensão mais humanizada e multifacetada das realidades asiáticas. O objetivo geral é promover a difusão crítica de conhecimentos sobre a Ásia em suas múltiplas temporalidades e dimensões; estimular o debate historiográfico sobre os estudos asiáticos no contexto brasileiro e latino-americano; propor práticas pedagógicas inovadoras (como jogos educativos); popularizar o conhecimento acadêmico através do podcast “Ventos da Ásia”; e envolver ativamente a comunidade externa em debates relevantes. O projeto destina-se a um público heterogêneo, entre eles: estudantes de graduação e pós-graduação (especialmente de História, incluindo os alunos com bolsa PIBID); professores da educação básica, que buscam formação continuada para integrar o tema da Ásia em suas práticas pedagógicas, e seus respectivos alunos, e a comunidade externa interessada em história e cultura asiática. A inclusão da comunidade externa reforça o compromisso da universidade com a democratização do saber e a promoção de um diálogo contínuo com a sociedade.
Espera-se a ampliação do interesse por estudos asiáticos e suas diásporas, a disponibilização de materiais digitais (podcast e gravações), o estímulo a práticas pedagógicas inovadoras e inclusivas, o fortalecimento do diálogo entre universidade e sociedade, e a produção de conhecimento e reflexão crítica sobre temas atuais. Com carga horária total de 16 horas, a jornada será intensiva, com enfoque nas partes da tarde e noite, combinando atividades presenciais com transmissão online para maximizar o alcance. Este projeto reforça o compromisso da universidade com a democratização do saber e a promoção de uma visão globalizada e descolonizada da história, contribuindo para a formação de cidadãos mais críticos, informados e empáticos em relação às complexas realidades do continente asiático e suas interconexões globais.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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