| Amêndoa do licuri (Syagrus coronata) da Caatinga: Avaliação dos métodos de extração de compostos bioativos, fracionamento e atividade biológica. |
KLICIA ARAUJO SAMPAIO
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FEA
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A Caatinga é um dos biomas brasileiros tido como um patrimônio biológico de valor incalculável, pois só existe no Brasil. Para promover o uso sustentável dessa biodiversidade, é importante fomentar iniciativas que integrem ensino, pesquisa e extensão e auxiliem cooperativas locais que trabalham com produtos da Caatinga, como frutas nativas e plantas medicinais, além de desenvolver tecnologias que permitam a exploração dos recursos da Caatinga de forma sustentável, sem comprometer sua conservação. Na Bahia, existem diversas cooperativas que trabalham com produtos da Caatinga, como a Coopefrut, em Miguel Calmon, que utilizam frutos regionais e plantas para a produção de óleo, farinha e outros produtos alimentícios, garantindo assim uma fonte de subsistência, respeitando a biodiversidade e a cultura local. O licuri é uma das plantas mais exploradas da região, cujos frutos são coletados manualmente e têm suas amêndoas quebradas pelas 'quebradeiras de licuri' para o desenvolvimento de novos
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Anatomy and Physiology Day |
Maria Andréia Delbin
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IB
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Anatomy and Physiology Day é um evento realizado no Instituto de Biologia da Unicamp, organizado por discentes e docentes envolvidos na Liga Acadêmica de Fisiologia e Clínica Médica, na Liga Acadêmica de Anatomia e no Programa de Mentoria, o evento recebe escolas de ensino médio e técnico e proporciona atividades para o estudo nas áreas de Anatomia e Fisiologia Humana.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| antenadoHz - um Canal de Ciência, Tecnologia e Vida Acadêmica Voltado para a Sociedade |
Romis Ribeiro de Faissol Attux
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FEEC
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Na caminhada rumo a uma universidade genuinamente extensionista, um desafio é estabelecer canais de comunicação que empreguem, com naturalidade, os recursos e potencialidades
associadas à novas mídias digitais. Ademais, tendo em vista que a curricularização requer o protagonismo do corpo discente, o uso das mídias digitais pode se unir ao emprego de formas
contemporâneas de expressão linguística, visual etc. Nesse espírito, propomos, neste projeto, a criação de um canal englobando criação de materiais para divulgação de temas ligados à ciência, à tecnologia e à vida acadêmica: o canal antenadoHz. O canal usará elementos de vídeos, entrevistas, podcasts e outras formas pertinentes, e terá um cunho extensionista tanto na construção do conteúdo quanto através da possibilidade de comunicação com o público por meio de canais de chat / e-mail quanto através de registros de conversas com pessoas pertencentes à comunidade “externa aos muros da universidade”.
Oferecimentos
De 23/03/2026
à 01/07/2026
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Aplicação de Inventários Gases de Efeito Estufa em Setores Públicos e Privados |
Simone Andréa Pozza
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FT
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Sabe-se que a universidade deve contribuir na transformação, capacitação e conscientização social a partir da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão pois impacta na formação pessoal e profissional da sociedade (Mendes et al., 2023). Assim, é fundamental que a Extensão tenha em vista os benefícios de visibilidade, integração e responsabilidade social na tríade universidade, curso e sociedade (Frutuoso e Silva, 2021).
A questão climática está no centro de um dos debates mais polarizados da atualidade, com os defensores da existência de um aquecimento global antropogênico e aqueles que rejeitam sua existência (SEEG, 2023). O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (do inglês Intergovernmental Panel on Climate Change - IPCC), é a instituição chave para esse tema, possuindo cientistas e políticos na sua composição. Assim, o debate mistura-se com a discussão política sobre as respostas adequadas ao aquecimento global (Leite, 2015).
Dentro deste contexto, explicitar e publicizar Inventários de Gases de Efeitos Estufa, que são relatórios das emissões destes poluentes de empresas ou coorporações, é uma das formas de discutir a questão climática atrelada à poluição atmosférica, duas áreas que tenho pesquisado e ensinado ao longo de minha carreira acadêmica. Algumas instituições necessitam realizar estes inventários por solicitação legal e outras apenas para apresentarem à sociedade o seu perfil socioambiental. Poderemos facilitar este trabalho, tornando públicos os inventários e ações que as empresa/instituições podem realizar para diminuir os impactos às mudanças climáticas. Os inventários serão realizados para cada uma destes locais, promovendo a difusão do conhecimento que os alunos obtiveram na Universidade.
Oferecimentos
De 23/04/2025
à 31/07/2025
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Apoio a Medalhistas Olímpicos: Física |
José Antônio Brum
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IFGW
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Desenvolvimento de métodos pedagógicos para o treinamento de estudantes de ensino médio para as olimpíadas de física. Treinamento de estudantes de ensino médio para as olimpíadas de física.
1. Construir uma rede de apoio para alunos de escolas públicas que almejam conquistar uma medalha nas olimpíadas de física no nível do ensino médio. 2. Incentivar esse alunos a usarem as medalhas conquistadas para cursarem cursos de exatas na UNICAMP. 3. Aumentar a apreciação de olimpíadas de física pelos alunos do ensino médio, tornando-as tão conhecidas quanto a OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas). 4. Trazer ensino de qualidade de física para alunos que não tiveram acesso ao mesmo ao longo de sua vida estudantil. Integras a universidade com a sociedade, especialmente na área de física.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Aprendendo com as abelhas nativas |
Roberto Greco
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IG
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Essa ação de extensão pretende melhorar as condições de vidas dos membros da comunidade e a atenção para a biodiversidade da região. Serão realizadas duas atividades, uma voltada para um grupo de adultos para guia-los em iniciar uma atividade de meliponicultura e uma atividade com jovens focada em atividades de educação ambiental e cientifica sobre abelhas nativas.
Nos vemos desenvolvendo atividades sobre abelhas nativas e educação ambiental na comunidade desde 2022 por meio de projetos de extensão. 7 alunos da pós graduação e 12 alunos da graduação já foram envolvidos em atividades de campo até agora nos projetos anteriores.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Apropriando – se das tecnologias de Saneamento para a escolha da tecnologia apropriada |
Luana Mattos de Oliveira Cruz
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FECFAU
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De acordo com a Organização Mundial da Saúde – OMS, a precariedade do sistema de saneamento reduz a qualidade de vida e as condições de desenvolvimento econômico e social. As condições de higiene sanitária estão ligadas diretamente à transmissão de doenças de veiculação hídrica. No Brasil, uma significativa parte da população não tem acesso ao saneamento. De acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) (2020), apenas 55% dos brasileiros são atendidos pelas redes coletoras de esgoto. Em relação ao abastecimento de água potável, tem-se o índice de atendimento total equivalente a 84,1%. Destaca-se, que essa precariedade é intensificada em áreas rurais. Estima-se que até 75% dos domicílios rurais não tratam seus dejetos de maneira adequada pois utilizam fossas rudimentares ou os lançam diretamente nos cursos d’água ou a céu aberto (SENAR, s.n.). Esta realidade é encontrada em áreas próximas a grandes centros como o caso do acampamento rural “Marielle Vive!”, em Valinhos/SP, ou até em cidades turísticas, por exemplo em Gonçalves/MG. Entretanto, embora muitos grupos de pesquisa tem se dedicado aos estudos e difusão de tecnologias descentralizadas e alternativas para estas áreas rurais, poucos sistemas mais adequados do que as fossas rudimentares tem sido instalados. Este fato deve ser a falta de entendimento, ou seja de “apropriação”, do funcionamento destes diferentes sistemas (por exemplo a Bacia de Evapotranspiração – BET). Deste modo, esta proposta visa desenvolver maquetes que possam elucidar sobre a construção, funcionamento e manutenção dos sistemas
descentralizados e alternativos já amplamente estudados pelo grupo de pesquisa da FECFAU/UNICAMP (https://www.fecfau.unicamp.br/~saneamentorural/index.php/tecnologias/). A construção das maquetes será desenvolvida de forma dialógica com comunidades rurais já participantes dos projetos de extensão do grupo (Área Rural de Pedra Branca, Assentamento Marielle Vive! e cidade de Gonçalves/MG). Assim, espera-se que maquetes permanentes sejam construídas, com o auxílio das comunidades, de modo a criar um acervo que poderá ser utilizado em todos os projetos de extensão que envolvam a escolha e compreensão dos tratamentos de esgoto descentralizados. O incentivo e fomento às soluções descentralizadas, ou locais, de esgotamento sanitário, bem como o uso de sistemas com reaproveitamento de recursos, são essenciais para promover o avanço no setor. O estreitamento da universidade com as comunidades traz demandas sociais e são um caminho significativamente importante para que essas dificuldades básicas sejam superadas não somente localmente mas em outras regiões rurais e isoladas do Brasil.
Oferecimentos
De 01/03/2025
à 01/12/2025
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Aproveitamento de Água de Chuva Num Acampamento Rural |
Luana Mattos de Oliveira Cruz
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FECFAU
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O projeto se propõe a avaliar os processos e desenvolver a implementação de um sistema de coleta de água da chuva, no Acampamento Rural “Marielle Vive!”. Verificar se é viável a captação da água da chuva para o uso em um acampamento rural, visando o aproveitamento para o uso não potável. A água da chuva do telhado será coletada através do sistema implementado, de modo que ela possa ser utilizada para o desenvolvimento das atividades no acampamento, seja com seu uso no banheiro da cozinha comunitária quanto na irrigação da horta “Mandala” do acampamento (usos NÃO potáveis). Esse projeto tem mantido a metodologia aplicada em todas as atividades já praticadas no acampamento, visando sempre às decisões coletivas sobre os pontos centrais do projeto, evitando que sejam tomadas atitudes individuais e verticalizadas. Espera-se que o projeto contribua com as atividades e desenvolvimento
do saneamento básico dentro do acampamento, contribuição com a pesquisa
a respeito do aproveitamento de água da chuva em áreas rurais não atendidas
pela rede de esgoto, que vivenciam a falta de água, e, além disso, para o
crescimento da curricularização da extensão dentro da universidade, a fim de
projetos redirecionados à produção científica universitária para atender
demandas ligadas aos interesses das comunidades periféricas do campo e da
cidade.
Oferecimentos
De 16/07/2024
à 30/11/2024
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Arrebol |
Andréa de Melo Alexandre Fraga
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FCM
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O Arrebol é um projeto de extensão elaborado por estudantes da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, vinculados à Associação Atlética Acadêmica Adolfo Lutz (AAAAL) e desenvolvido, atualmente, com o apoio da Liga de Pediatria e Cirurgia Pediátrica (LPCP) da instituição. Tem como propósito difundir, junto à juventude, parte do conhecimento médico adquirido na universidade, orientando crianças e adolescentes sobre temáticas relacionadas à saúde, como primeiros socorros, prática de atividade física, alimentação saudável e cuidados preventivos. Dessa forma, busca-se promover saúde por meio de ações educativas e preventivas, aliando o saber acadêmico às necessidades da comunidade. Objetivo: Desse modo, o presente projeto tem como objetivo contribuir para a promoção de melhor qualidade de vida às crianças e adolescentes de Campinas, bem como favorecer o desenvolvimento integral dos estudantes de Medicina da Unicamp. Para além do aprimoramento de competências técnicas, o Arrebol busca estimular habilidades interpessoais e socioemocionais — como comunicação, empatia, liderança, trabalho em equipe e responsabilidade social — consideradas fundamentais para a prática médica humanizada. Métodos: Trata-se de um projeto de extensão cujo público-alvo principal são adolescentes de instituições públicas e privadas do município de Campinas. As atividades consistem em encontros semestrais, realizados em parceria com escolas e espaços comunitários, voltados ao ensino de princípios de ações preventivas em saúde, primeiros socorros e outros conteúdos educativos pertinentes, de acordo com as demandas levantadas junto à comunidade atendida.
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| Atividades do curso de Estatística na UPA |
HILDETE PRISCO PINHEIRO
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IMECC
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Na UPA, a Estatística promove atividades de integração com o público alvo, por exemplo: interação do público com alunos da Estat Jr., SEMEST e Atlética, demonstrações lúdicas e computacionais de problemas de Estatística e probabilidade, bem como conversas sobre o curso na Unicamp, perspectivas de mercado de trabalho e vida universitária.
Oferecimentos
De 03/08/2026
à 22/08/2026
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Ativismo digital: uma iniciativa para sistematizar experiências e transformar o ciberativismo |
Ana Claudia Chaves Teixeira
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IFCH
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Este projeto consiste em uma pesquisa participante junto com ativistas, movimentos e organizações da sociedade civil sobre suas práticas de ativismo digital. De forma secundária, o projeto visa também sistematizar o debate sobre formas de se fazer a extensão junto com movimentos e organizações (e não sobre eles ou para eles). Como resultado final, espera-se que os participantes/sujeitos da pesquisa coletiva façam uma autoavaliação das suas práticas, tanto individuais quanto coletivas, permitindo-os chegar a um meio termo consciente entre a negação às redes sociais e o seu uso acrítico. As perguntas que buscaremos responder coletivamente são: como as organizações e ativistas da sociedade civil que lutam por direitos têm se utilizado das redes sociais? como navegam e encontram brechas nesse ambiente hostil? como transformam e se apropriam dessas tecnologias? e quais desafios têm enfrentado nesses ambientes para se comunicar, mobilizar e promover a educação voltada para a transformação social?
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| Aulas de Teatro nas Cirandas Infantis do Acampamento Marielle Vive |
Maria Alice Possani
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IA
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As aulas de teatro no Acampamento Marielle Vive tiveram início em abril de 2024, em colaboração com o Projeto "A construção das Cirandas Infantis com os Sem Terrinhas do Acampamento Marielle Vive: acesso à água, agroecologia, práticas culturais e relações étnico-raciais", coordenado pela profa. Fabiana Rodrigues, da Faculdade de Educação.
O projeto da Faculdade de Educação desenvolve, desde 2021, as cirandas infantis juntamente com o Setor de Educação do Acampamento Marielle Vive. As Cirandas constituem espaço pensado intencionalmente para o encontro das crianças, de modo que elas possam reelaborar as suas experiências dentro de uma história de luta compartilhada e das condições concretas vividas naquela realidade. Este espaço se articula à pauta política do MST relacionada à defesa da reforma agrária, da agroecologia e da produção de alimentos saudáveis, contudo, atribuindo às crianças a centralidade do projeto educativo, partindo do mundo delas e as considerando sujeitos pensantes e atuantes. Neste contexto as atividades culturais e artísticas adquirem papel central.
No início de 2024, a TEIMA Coletiva, grupo de extensão coordenado pela profa Maria Alice Possani, foi convidada para colaborar com o projeto. Após algumas visitas iniciais ao Acampamento, começamos a realização de oficinas regulares de teatro, que vem acontecendo sempre nos terceiros sábados de cada mês, compondo a programação das Cirandas.
Essa colaboração mostrou-se potente ao longo de 2024 e, conjuntamente com a equipe da Faculdade de Educação coordenada pela profa Fabiana Rodrigues, prevemos a continuidade dessa parceria, vislumbrando agora ações que podem extrapolar as atividades desenvolvidas especificamente nas Cirandas, incluindo ações de formação e intercâmbio com os Setores de Educação e Cultura do MST, bem como colaborações com outras atividades culturais que podem acontecer no território, como a organização de festas comunitárias e apresentações artísticas desenvolvidas no âmbito da graduação e pós-graduação do Instituto de Artes que podem ser apresentadas nesses eventos.
As relações com esse território podem desdobrar-se ainda em outras frentes, articulando diferentes campos de conhecimento e possibilitando a participação de alunos e professores de diferentes cursos da Unicamp.
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| Autocuidado Sustentável: desenvolvimento de produtos comunitários a partir de resíduos domésticos |
Priscila Gava Mazzola
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FCF
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Diagnóstico da realidade e fundamentação teórico-metodológica: O descarte
inadequado de resíduos domésticos orgânicos, como cascas de frutas e borra de
café, representa cerca de 50% do total de resíduos sólidos urbanos no Brasil (IBGE,
2022), contribuindo para o aumento do lixo urbano e impactos ambientais. Em
Campinas, o custo da gestão de resíduos sólidos atinge aproximadamente R$ 250
milhões/ano (dados municipais, 2023). Comunidades em situação de
vulnerabilidade social têm acesso restrito a produtos básicos de autocuidado,
comprometendo saúde, bem-estar e autoestima. Estudos recentes (Silva et al.,
2021; Oliveira et al., 2022) mostram o potencial de reaproveitamento de resíduos
como insumos em formulações de higiene pessoal, alinhado a princípios de
economia circular. O projeto se fundamenta em tecnologia farmacêutica,
educação ambiental e extensão dialógica, alinhando-se aos ODS 3 (Saúde e bemestar)
e ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis).
2
Justificativa: O projeto promove a i
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Balança mas não cai - Encontro com a coreógrafa guadalupense LENA BLOU |
Luciane da Silva
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IA
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RESUMO
Encontro com a coreógrafa e antropóloga Lena blou ( 1967, - ), da Guadalupe, país francófono localizado no Caribe, para entrarmos em contato com sua pedagogia e pensamento concretizado em dança ( Techni'ka) com a moderação da professora Luciane Silva, do DACO, no âmbito das pesquisas da docente sobre pensamento afro diaspórico.
SOBRE
O nome Balança mas não cai é a tradução de um chamado presente na técnica de Lena Blou “Bigidi mè pa tonbé! Trata-se de um pensamento dançado que discute o desequilíbrio.
Blou teoriza e utiliza sua técnica e dispositivos gerados como filosofia cotidiana, centralizando um corpo negro/caribenho assimétrico em ruptura permanente. O corpo está em desequilíbrio permanente como modo de autodeterminação e lança luz sobre a harmonização da desordem pelos caribenhos, especialmente em tempos de precariedade social, política e ambiental.
OBJETIVOS
* Entrar em contato com o pensamento pedagógico da coreógrafa através da Techni'ka , técnica de dança que criou há mais de 25 anos baseada nas danças populares da Guadalupe. ;
* Comunicar relações com as pesquisas que a professora Luciane tem desenvolvido sobre os contextos caribenhos inseridos no espectro maior da Diáspora;
* Difundir informações sobre essa técnica de dança , sistematizada e compilada em livro , oriunda de um contexto cultural que o Brasil ainda se relaciona pouco, muito embora seja um campo intelectual e artístico riquíssimo ;
* Fortalecer o aprendizado na graduação em dança e pós graduação em Artes da Cena, ainda bastante carentes de conteúdos críticos e criativos sobre o contexto aqui proposto;
* Possibilitar que a comunidade externa conheça o trabalho de Lena, sobretudo os coletivos e grupos de Campinas ligados às pesquisas e práticas diaspóricas como Tainã, Fazenda Roseira, entre outros;
* Amplificar o conhecimento sobre o pensamento caribenho.
JUSTIFICATIVAS
* Ampliação dos repertórios no campo da dança e das artes de maneira mais geral possibilitando a estudantes de graduação e pós graduação e à comunidade externa contato com uma intelectual da diáspora cuja pedagogia original e fundamentada na corporeidade caribenha comunica relações com o Brasil;
* Internacionalização da Unicamp promovendo intercâmbio de saberes e práticas além de vínculos institucionais com países do chamado sul global e com territórios francófonos do Caribe;Lena dirige uma das mais importantes instituições de formação em dança da Guadalupe - a LaFabrik- Centre Caribéen de Recherche Chorégraphique - Transmission, Création & Recherche
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* Valorização das epistemológicas afro diaspóricas ampliando discussões anti coloniais , anti racistas fortalecendo as conexões intelectuais sul-sul com contextos francófonos;
* Integração Ensino, pesquisa e Extensão na medida que propomos uma atividade formativa pública envolvendo graduação, , pós e a comunidade externa;
* Fortalecimento da pesquisa transdisciplinar no campo da dança - Lena Blou como artista e antropóloga , assim a professora Luciane, igualmente artista e antropóloga, estimular relações entre áreas;
* Fortalecimento da formação crítica de estudantes;
* Conexão com pesquisas em andamento no DACO: o evento se relaciona com as pesquisas que estão no contexto dos assuntos desenvolvidos pela professora Luciane.
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
A artista estará em Campinas em decorrência da Bienal Sesc de dança e dará uma oficina prática de 2 horas, fruto do acordo feito do DACO com o SESC. Essa oficina prática será remunerada pelo Sesc. Como a oficina será apenas de dança, não haverá tempo para trocas relativas à pesquisa , trajetória e discussão sobre seu contexto artístico e acadêmico na Guadalupe.
A Tradução português /francês será feita pela professora Luciane, mas será muito bem vinda uma assistente falante de francês para auxilia-la.
O evento deve ser realizado no dia 3 de outubro das 13h às 15:30h
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Biblioteca Digital de Ciências |
Eduardo Galembeck
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IB
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A BDC é um portal educativo mantido pelo Laboratório de Tecnologia Educacional (LTE) do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) . Criada em abril de 2006, foi projetada para oferecer acesso gratuito a conteúdos digitais científicos e recursos educacionais, especialmente nas áreas de biologia e ciências.
Objetivos e funcionalidades
• Difundir informações científicas e recursos educacionais multimídia (vídeos, animações, software, guias interativos, apresentações, aulas e áudios) para professores e alunos.
• Promover interação e autoria colaborativa, com ferramentas que permitem que usuários e autores se conectem, e produções digitais sejam compartilhadas em rede.
• Coletar dados de uso: cliques, downloads, visitas e perfil dos utilizadores, permitindo pesquisas sobre comportamento dos usuários.
Perfil dos usuários
• O público mais frequente são professores de Biologia do ensino médio, tanto da rede pública (≈ 66 %) quanto da rede privada, de diversas regiões do Brasil.
• Há predominância clara de usuários com estilo de aprendizagem assimilador, o que indica preferência por materiais simbólicos, visuais e organizados logicamente.
Uso e impacto
• Os softwares e animações são os recursos mais baixados, seguidos por apresentações e apostilas. Materiais para autoaprendizagem são menos baixados, sugerindo maior interesse por recursos utilizados em sala de aula.
• Uma porcentagem significativa de usuários baixou o mesmo material mais de uma vez, o que sugere relevância e reutilização contínua do conteúdo.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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