| RadSchool |
Sandro Guedes de Oliveira
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IFGW
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O ensino de física nuclear muitas vezes encontra resistência devido a preconceitos desenvolvidos ao longo do tempo. Temas como radioatividade e energia nuclear são frequentemente associados, pela imprensa e livros didáticos, às bombas de Hiroshima e Nagasaki e aos acidentes de Chernobyl e Fukushima. Isso acaba levando a uma aversão exagerada de radiação, chamada radiofobia. Esse medo pode causar mais prejuízos à saúde e à sociedade (por exemplo a recusa à realização de exames diagnósticos) do que os efeitos da radiação em si. No entanto, inúmeras aplicações da radioatividade são benéficas, tanto em medicina, como na agricultura, indústria e na geração de energia elétrica. Por outro lado, a precisão diagnóstica de exames de imagem associada à sua atual facilidade de obtenção acabam por levar à sua utilização de forma indiscriminada e até abusiva por parte de profissionais da área da saúde, como médicos e dentistas. Isto contraria um princípio de segurança radiológica, em que as doses de radiação devem ser tão baixas quanto razoavelmente exequíveis.
Os alunos do ensino médio se beneficiariam de uma análise crítica dos riscos e benefícios associados à tecnologia nuclear, presente no seu dia-a-dia. Vários tópicos relacionados estão presentes na versão atual da Base Nacional Curricular Comum (BNCC, Lei nº 13.415/2017). Este projeto tem como objetivo apresentar um material complementar a professores e alunos do ensino médio que possibilite a discussão crítica de conceitos de radioatividade e física nuclear, em linguagem e nível de profundidade apropriados. O conteúdo é disponibilizado em um portal, RadSchool (https://sites.google.com/unicamp.br/radschool), onde diferentes trilhas temáticas podem ser seguidas pelos alunos. Como parte do projeto, pretende-se também promover a capacitação de professores e atividades com alunos do ensino médio.
Este projeto de extensão se alinha com as atividades de pesquisa do Grupo de Cronologia do IFGW, que estão relacionadas à aplicação de física nuclear à geologia e a áreas de saúde em projetos sobre a dose ambiental por radônio e sobre a Terapia de Captura de Nêutrons pelo Boro (BNCT).
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Realidades Latino-Americanas |
Aline Marcondes Miglioli
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IE
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O Programa de Extensão Realidades Latino-Americanas foi criado em 2014 no Departamento de Relações Internacionais da Escola Paulista de Política, Economia e Negócios da Universidade Federal de São Paulo (EPPEN/UNIFESP), com o intuito de aproximar estudantes, pesquisadores e a sociedade em geral da realidade latino-americana. Desde sua criação, já foram estudados diversos países da América Latina, como Colômbia, Venezuela, Bolívia, Peru, Cuba, Argentina, Chile, México, Uruguai, Paraguai, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicaragua, Panamá e Costa Rica. Atualmente eu participo como coordenadora externa da edição de 2024 do projeto, intitulada "Haiti e República Dominicana".
O projeto visa aprofundar o conhecimento acerca da realidade haitiana por meio de estudos interdisciplinares, formação de grupos de pesquisa e uma viagem técnica realizada em janeiro de 2025. O objetivo principal da viagem foi realizar entrevistas e visitas técnicas com acadêmicos, pesquisadores, movimentos sociais, lideranças comunitárias e políticas locais, explorando profundamente questões históricas, políticas, econômicas, culturais e sociais que caracterizam o Haiti contemporâneo.
Como atividade extensionista, o projeto integra ensino, pesquisa e extensão, proporcionando aos participantes uma experiência prática e enriquecedora que ultrapassa os limites da sala de aula. Os resultados serão disseminados por meio de seminários, publicações acadêmicas e culturais, podcasts, exposições fotográficas e um livro sobre a experiência, assegurando que o conhecimento produzido atinja tanto o público acadêmico quanto a comunidade mais ampla. Atualmente o projeto encontra-se na fase de elaboração teórica e divulgação científica e jornalística dos resultados encontrados.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Reconstrução Virtual do Patrimônio Desconstruído: antigo prédio da Faculdade de Medicina de Belo Horizonte |
Ana Regina Mizrahy Cuperschmid
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FECFAU
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Construído entre 1911 e 1914, pelo arquiteto Francisco Izidro Monteiro, o antigo edifício neoclássico da Faculdade de Medicina de Belo Horizonte (FMBH) foi implantado na região central da cidade. Sua concepção, aos moldes das preceptivas europeias da época, o colocou dentro de um conjunto de mesma linguagem arquitetônica que compunha a paisagem dentro do planejamento urbano da capital mineira. O edifício original foi sendo desconstruído aos poucos, sendo que em 1960, foi totalmente demolido, dando lugar a sede atual. Poucos registros de sua existência permaneceram. O projeto visa contribuir com a constituição do Patrimônio Digital do antigo edifício da Faculdade de Medicina de Belo Horizonte (FMBH) por meio de:
(i) Reconstrução virtual, a fim de demonstrar e analisar a aplicação de HBIM para tal; (ii) Criação de vídeo sobre a história da edificação e o processo de reconstrução em HBIM para exposição no CEMEMOR; (iii) Desenvolvimento de ação educativa sobre a arquitetura da edificação utilizando a Realidade Aumentada como suporte. A partir do levantamento e organização de referências múltiplas (fotografias históricas, relatos de ex-alunos, artigos de revistas, livros, atas e fotogrametria de seus remanescentes), foi desenvolvido um modelo hipotético do edifício, que representa seu estado antes da demolição. Apesar das dificuldades do processo de modelagem, foi possível realizar a reconstrução histórica virtual do edifício, proporcionando maior compreensão sobre a edificação, atualmente inexistente. A preservação do Patrimônio Digital do edifício desconstruído, visa sensibilizar e conscientizar o público de sua memória, corroborando com o acervo do Centro de Memória da Faculdade de Medicina da UFMG (CEMEMOR).
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Revista Capoeirando - um tributo à cultura popular |
Cristiano de Mello Gallep
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FT
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Trata-se do retorno da revista `Capoeirando - um tributo à cultura popular`, que teve 4 edições em 1995-96. No retorno em formato eletrônico - e agora dentro da disciplina EX016 (IA) - em paralelo ao levantamento do histórico e das atividades locais e regionais, assim como com aquelas radicadas no exterior. A Capoeira é hoje, fora do Brasil, a maior propagadora da cultura afro-brasileira e quiçá da Língua Portuguesa; dentro do país, mobiliza milhares de pessoas, mas ainda é pouco valorizada dentro da educação dita formal. Ao valorizar a trajetória e as histórias das pessoas - mestres e praticantes - pretende-se divulgar toda a riqueza e sabedoria dos corpos que brincam a Capoeira, e também o Jongo, o Maracatú, Frevo, Samba, Bumba-boi, entre outras manifestações afro-brasileiras. Com a inserção de discentes indígenas nos diversos campi, pretende-se também se aproximar das diversas etnias e suas manifestações, e trazê-las para a revista. Outro objetivo é gerar fonte primária de registros orais para futuras pesquisas, e mobilizar a formação de alunos para projetos de iniciação científica e de TCC nessa temática, envolvendo- los no trabalho de coleta, preparação e divulgação do material. Importante salientar que esse projeto tem apoio de bolsistas BAS/SAE e de outros colegas docentes e discentes da UNICAMP, participantes do Grupo Pindorama (IA) e do Projeto Em busca do Teatro Latinoamericano (IA), para duas edições-piloto em 2022, e dentro da EX016 a partir de 2023. Há ainda a parceria com o Museu da Cidade (Campinas, SP), órgão da Prefeitura de Campinas/SP (PMC), através da sua gestora Adriana Barão. Adriana foi a jornalista que participou do projeto inicial e a editora responsável por todas as publicações da revista Capoeirando original em 1995-96, e tem experiência na curadoria e preservação de acervos culturais.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Revista de Arquitetura |
Rafael Augusto Urano de Carvalho Frajndlich
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FECFAU
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Criar uma revista de arquitetura online para servir como plataforma de atuação escrita e visual dos estudantes. Os alunos vão realizar o projeto editorial completo, com sessões, programação visual, redação do conteúdo e publicação de edições online no site da FECFAU. Promovendo discussões da arquitetura e urbanismo em geral, busca-se, como público-alvo, desde membros de outras faculdades no país até o público leigo que tenha interesse em temas como cidades, projetos residenciais, tecnologias construtivas e debates teóricos sobre o espaço.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Revista História Q |
Rozely Menezes Vigas Oliveira
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IFCH
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Este trabalho contempla o planejamento e o embasamento teórico-metodológico necessários para a produção da revista História Q: um projeto de extensão em divulgação científica voltado para a juventude. Nela, elementos da cultura artística e midiática estarão relacionados a contextos históricos diversos, de modo a entender algumas das conexões existentes - e possíveis - entre a história e a ficção e a analisar contextos que reforçam ou contradizem a memória coletiva. Além disso, o compartilhamento de curiosidades e a promoção de questionamentos serão fundamentais para atender ao objetivo de ampliar o olhar crítico de jovens acerca de tais temas. Ao final, o trabalho contempla ainda a exposição do projeto piloto da revista, com a descrição das temáticas da edição inaugural e a sua respectiva formatação e identidade.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| ReVoluTreM: A Quarta Revolução Industrial Interage com as Escolas |
Robert Eduardo Cooper Ordonez
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FEM
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O projeto visa aprimorar a relação entre a Universidade Pública e a comunidade escolar e sua justificativa radica na necessidade de fortalecer e melhorar a educação básica, especialmente para alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio, estando alinhado às Diretrizes de Extensão Universitária pactuadas no Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras (FORPROEX) e na Política Nacional de Extensão Universitária (PNEU).A relevância do projeto reside em sua contribuição para combater a desigualdade e a exclusão social no acesso ao conhecimento técnico-científico, além de colaborar na construção de valores da cidadania. O objetivo geral é promover a literacia digital e introduzir conceitos básicos de automação e digitalização, inspirados nos conceitos, ferramentas e tecnologias da Indústria 4.0, em linguagem acessível aos estudantes.A metodologia de trabalho é fundamentada na Interação Dialógica, estabelecida como um processo de mão dupla que estimula a democratização do conhecimento. Inclui Oficinas de "Saber-Fazer" Comunitário, onde a Universidade e os alunos da escola trocam saberes, e Módulos Integrados que combinam Tecnologia, Matemática e Ciências Humanas. O projeto materializa a Indissociabilidade Ensino-Pesquisa-Extensão, transformando o ambiente em uma "nova sala de aula" e estimulando a Iniciação à Pesquisa-Ação pelos próprios alunos da educação básica, que podem usar sensores simples para coleta e análise de dados.Os resultados que se deseja alcançar focam no Impacto e Transformação Social. O projeto busca colocar o aluno da escola básica como protagonista de sua formação técnica e cidadã, desenvolvendo sua capacidade de resolução de problemas tecnológicos. Ademais, contribui para o aprimoramento da educação básica e permite que os extensionistas universitários possam gerar conhecimento sistematizado (teses, artigos) a partir da práxis participativa.
Oferecimentos
De 23/02/2026
à 30/06/2026
De 20/06/2026
à 11/07/2026
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| SafeSpot: dispositivo luminoso de sinalização náutica alimentado por higroeletricidade |
Eduardo Galembeck
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IB
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O projeto busca desenvolver um sistema inovador de geração de energia utilizando células higroelétricas para alimentar dispositivos luminosos de sinalização náutica com tensões de 3,3V ou 5V. A aplicação principal é fornecer energia para dispositivos luminosos conforme especificado na NORMAN-17.
As células higroelétricas convertem a umidade do ambiente em eletricidade, oferecendo uma fonte de energia renovável e podendo operar submersas em água. O sistema é composto por arranjos de higrocélulas, LEDs, circuito de controle do LED, conversores Boost, que estabilizam e amplificam a tensão gerada para atender às necessidades dos dispositivos de sinalização luminosa.
O desenvolvimento envolveu a integração das células com componentes eletrônicos essenciais, além de testes de eficiência para ajustar tensão e corrente. Os dados coletados permitiram otimizar o design do sistema de conversão de energia, garantindo que a energia captada seja suficiente para os dispositivos, com os conversores Boost elevando a tensão a níveis adequados.
Essa tecnologia tem grande potencial em áreas sem eletrificação, sendo viável para monitoramento remoto em regiões ricas em água. Os resultados demonstraram que o sistema é capaz de captar energia suficiente para alimentar sistemas de iluminação, evidenciando a viabilidade das células higroelétricas como uma fonte limpa e renovável.
Todo o desenvolvimento ocorreu em um ambiente maker, possibilitando uma abordagem prática e inovadora e com testes em campo em ambiente real. O projeto contribui para navegação segura usando soluções sustentáveis e matérias-primas abundantes no Brasil.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Semana Acadêmica da Engenharia Elétrica |
Romis Ribeiro de Faissol Attux
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FEEC
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Esta ação tem como objetivo organizar eventos acadêmicos com foco na Engenharia Elétrica durante uma semana inteira. O projeto conta com ações como contato com empresas para fechar parcerias, contato com outras faculdades de engenharia elétrica da região para que os alunos de fora da Unicamp saibam sobre o evento, eventos com professores e ex-alunos da FEEC e ações de grupos ligados a movimentos populares (como grupos de engenharia popular, núcleos de tecnologia populares, grupos de ensino em comunidades carentes). Dessa forma, permite-se a construção, por estudantes da Unicamp, profissionais recém-formados e alunos prestando o vestibular, de uma visão mais aprofundada da realidade da engenharia fora dos muros da universidade. Essa visão estimula a reflexão sobre como podemos aplicar a engenharia dentro da comunidade que nos rodeia.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Semana da Biodiversidade |
Samantha Koehler
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IB
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A perda de biodiversidade é um problema global, especialmente grave nas regiões tropicais. No Brasil, além da crise ambiental, a ciência e as universidades públicas têm sido alvo de questionamentos que enfraquecem o apoio à pesquisa. Torna-se, portanto, essencial aproximar universidade e sociedade por meio de ações de extensão que traduzam o conhecimento científico em linguagem acessível e mostrem sua importância para a conservação e o bem-estar social. Propomos a II Semana da Biodiversidade da Unicamp, vinculada a projeto apoiado pelo BIOTA/FAPESP, que desenvolve inventários e guias digitais sobre orquídeas, fungos e invertebrados na Mata Atlântica. O evento é voltado a estudantes de escolas públicas do Ensino Fundamental II e Médio de Campinas e busca sensibilizar o público, divulgar pesquisas, promover oficinas educativas, envolver alunos na extensão e fortalecer o Museu de Diversidade Biológica.
Oferecimentos
De 18/05/2026
à 22/05/2026
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Semana de Economia - projeto de curricularização de atividades de extensão da graduação |
Paulo Sérgio Fracalanza
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IE
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Oferecimento de uma disciplina de graduação totalmente extensionista vinculada ao projeto da Semana de Economia. A coordenação destas atividades com os discentes foi pautada no compromisso que conjuntamente assumimos, desde o princípio dos trabalhos, que as atividades por eles (elas) realizadas, em extensa medida de forma autogerida, deveriam estar em consonância com os princípios da extensão devendo contemplar: i) o protagonismo dos discentes; ii) o desenvolvimento de ações voltadas ao público externo à Universidade; iii) o exercício da interação dialógica; e iv) a busca pela transformação da realidade econômica e social.Tal disciplina foi inteiramente pensada para contar com a participação ativa dos discentes que deveriam atuar como protagonistas deste projeto, dimensão aliás tradicional no formato desta Semana de Economia do Instituto da Unicamp. As etapas de planejamento, a discussão e posterior organização dos eixos de atuação, a divisão dos discentes em grupos de trabalho, a forma de divisão dos trabalhos, a criação da identidade visual e de comunicação, a organização das temáticas e das mesas de discussão, os convites para as mesas, os aspectos atinentes ao financiamento do evento, as atividades de marketing e comerciais deveriam ser realizadas pelos discentes, de forma autogerida e com decisões buscando a unanimidade, sempre que possível. A atuação do professor seria de apoio à organização das atividades, de breves orientações gerais e de acompanhamento dos aspectos didático-pedagógicos das atividades para que estas possam ser consideradas como atividades curricularizáveis.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Semana de Engenharia Química (SEQ) Unicamp |
Raphael Soeiro Suppino
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FEQ
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Anualmente, os discentes da Faculdade de Engenharia Química da Unicamp realizam a Semana de Engenharia Química (SEQ), reunindo estudantes de Engenharia Química de todo o país em um evento contendo palestras, cursos e visitas técnicas, com o objetivo de aproximar o estudante do mercado de trabalho. A proposta deste projeto é reconhecer o evento como uma atividade de extensão universitária que envolve os estudantes de engenharia química da Unicamp (organizadores) e o público externo à Universidade, seja como congressistas, seja como palestrantes ou em visitas guiadas a indústrias da região. Mais detalhes sobre as atividades são apresentados no documento anexo.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Semana de Ensino de História - SEHis |
Rodrigo Camargo de Godoi
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IFCH
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A Semana de Ensino de História (SEHis) é um evento anual organizado, desde 2018, por estudantes da graduação em História da Unicamp. A iniciativa constitui um espaço de formação e diálogo que busca articular debates sobre o ensino de História com desafios contemporâneos vivenciados por estudantes, docentes e futuros profissionais da área. Ao longo de sua programação, a SEHis promove mesas-redondas, oficinas e atividades culturais que discutem tanto as práticas em sala de aula quanto os múltiplos espaços de atuação do historiador, em diálogo com a História Pública. Para além do período concentrado do evento, a SEHis mantém ações ao longo de todo o ano, como o projeto Reconhecendo Referências, que dá visibilidade a experiências e pesquisas de estudantes e pesquisadores oriundos de grupos subalternizados. A iniciativa também participa da Unicamp de Portas Abertas (UPA), oferecendo oficinas que aproximam estudantes da educação básica da universidade, da carreira de historiador e do próprio fazer histórico. Além disso, a SEHis organiza atividades em escolas e no IFCH, reforçando sua vocação extensionista de ampliar horizontes, democratizar o acesso ao conhecimento histórico e fortalecer o vínculo entre universidade e sociedade.
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| SemeaCode: Aulas de Programação para Adolescentes das Escolas Públicas de Limeira |
Guilherme Palermo Coelho
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FT
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O presente projeto busca ampliar a oferta de atividades de extensão para alunos dos cursos de Bacharelado em Sistemas de Informação (BSI) e Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (TADS), ao mesmo tempo em que contribui para a formação complementar de alunos de ensino médio da rede pública do município de Limeira (SP), com o oferecimento de um curso introdutório de programação utilizando a linguagem Python. Além disso, durante as aulas, que serão realizadas nas próprias escolas, a equipe terá um contato próximo com alunos e professores, o que permitirá a realização de um trabalho paralelo de divulgação institucional e dos cursos oferecidos pela FT/Unicamp.
Oferecimentos
De 01/04/2025
à 31/05/2025
De 01/04/2025
à 31/05/2025
De 08/09/2025
à 21/11/2025
De 08/09/2025
à 21/11/2025
*Para mais informações consulte o docente responsável
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| Seminário “Habitação, mobilidades e desigualdades” |
Ednelson Mariano Dota
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IFCH
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Esta proposta visa a realização de um evento de extensão desenvolvido em dois dias. O primeiro dia será dedicado a realização de oficina com alunos do ensino médio e do ensino superior, com objetivo de estimular a reflexão a partir da expressão “O lugar onde eu moro...”, suscitando debates sobre as percepções que esses jovens possuem sobre a casa em que residem, com quem residem e os entornos do local de moradia. Reflexões sobre como momentos de crise provocados por eventos como a pandemia por Covid-19 e desastres ambientais, como inundações de grandes proporções, podem afetar as percepções sobre as formas e os lugares de moradia assim como o alcance necessário das ações governamentais e comunitárias para o enfrentamento dos problemas relacionados a essas questões. O segundo dia será dedicado à realização de um seminário que tem como objetivo debater resultados de pesquisa acumulados nos últimos anos através de projetos em fase de finalização como “Dinâmica demográfica e padrão migratório no Brasil” (CAPES/SNF), bem como de perspectivas, abordagens e caminhos traçados por projetos em andamento, como o “Mobilidade residencial, família e desigualdades no espaço intraurbano” (bolsa de produtividade - CNPq) e o Projeto Temático recém submetido para FAPESP.
Oferecimentos
De 06/11/2024
à 07/11/2024
De 26/03/2026
à 27/03/2026
*Para mais informações consulte o docente responsável
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